2013-11-29

geração das despedidas

somos aqueles que partem.. e quando voltam, acaba sempre por ser por pouco tempo. não o suficiente. nunca, nunca o suficiente..
muito, saberia sempre a pouco, para nós que experimentamos a vida lá fora, enquanto sobrevivemos com as memórias da vida que deixamos para trás.
obrigada meu Governo, que me obrigou a perseguir os sonhos fora da minha língua, que tanto amo, fora das minhas pessoas, que tanto estimo, fora das minhas oportunidades, que, lá, nunca teria.
um genuíno obrigada a todos aqueles que fazem milhares de jovens lançarem-se ao estrangeiro, por quererem o melhor, aquilo que merecem. 

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